2018 Maio - ATA ABVO

Transparência ABVO / Atas

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2. Classe Cruise ABVO .

Iniciando a apreciação deste assunto o Comodoro explicou proposta anterior muito bem elaborada pelo Diretor Técnico compondo o controle dos Certificados da nova classe a partir de parâmetros modelados pela própria RGS atual, centralizando a emissão, evitando regionalismos, processando procedimentos únicos e tentando atrair definitivamente os inúmeros veleiros que correm regatas à margem da filiação à ABVO.

Pierre ampliou sintetizando o quê a ABVO pode oferecer: a emissão de Certificados baratos, até mesmo sem custo e centralizados na Associação que está credenciada pela CBVela para homologar todos os veleiros de oceano. Em seguida, o Comodoro aduziu que poderíamos cobrar valor reduzido neste primeiro ano para os novos associados, mencionando a taxa de R$ 150.

O Vice Comodoro, ouvindo as propostas comentadas, comprometeu-se a conversar em SP com os representantes da Regra BRA RGS em nova tentativa de buscar um entendimento harmônico .

Assuntos Gerais Lei de Aquisição de Veleiros Usados

Mario Martinez trouxe a notícia da existência de Lei que permite a aquisição de veleiros usados para competição no Brasil, comentando que está procedendo consultas à um advogado tributarista para exame mais detalhado do assunto, propondo que a ABVO promova, oportunamente, consulta à CACEX.

Nota Técnica da ABVO recomendando que Medidores não tripulem barcos por eles medidos.

Pierre comentou as diversas manifestações do ex Comodoro Jonas de Barros Penteado, veleiro Asbar IV, que mantém sua posição discordando da emissão de tal NT, muito preocupado com o fato da NT colocar, a priori, a honestidade de um medidor em dúvida. Também justificou sua argumentação pelo fato da IRC não apresentar tal restrição em suas regras, mas ressaltou que não estaria tratando do assunto como caso pessoal, pois já providenciou as remedições necessárias para estar devidamente ajustado à NT.

Pierre registrou que tal NT visa, exatamente, a proteger os Medidores, afastando qualquer possibilidade de conflito de interesses.

O Comodoro agregou comentando o recebimento de diversas mensagens de apoio à medida, explicando que tal iniciativa constitui anseio de longa data no âmbito da ABVO, concordando inteiramente com os argumentos apresentados pelo Pierre, destacando, com apoio dos presentes, que tal NT está em rigorosa sintonia com os procedimentos atuais e exigidos modernamente relacionados aos “ajustes de comportamento” em tradução livre do termo “compliance”.

Finalmente, o Comodoro comentou o afastamento da Secretária Executiva Christina Frediani, pioneira na reformulação da ABVO desde a Comodoria Lars Grael, e a quem a todos os velejadores de oceano muito devem e agradecem pela destacada contribuição oferecida com dinamismo nos trabalhos efetuados e progressos sensíveis na estruturação e organização da atual ABVO. Christina está em processo de passagem de todas as suas atribuições e será substituída pelo novo Secretário, Luciano Sechin, veleiro Bravíssimo , a quem apresentamos boas-vindas e também agradecemos muito pela fundamental contribuição.

Nada mais havendo a tratar o Comodoro voltou a agradecer a participação de todos e deu por encerrada a Reunião.

1. Reunião ABVO

Local: Sala de Vela do ICRJ

Data: 23 de maio de 2018; 18h30min

Presentes:

Adalberto Casaes - Comodoro - veleiro Maestrale

Pierre Joullie - Diretor Técnico - veleiro Saravah

Paulo Freire - Conselho Técnico - veleiro Miragem

Lars Muller - Conselho Fiscal - veleiro My Boy

Kadja Brandão - Assessoria Jurídica - veleiro Ventaneiro

Walcles Ozório - veleiro Esculacho

Renato Cunha - veleiro Ventaneiro

Acompanhando por áudio: Mario Martinez - Vice Comodoro – veleiro Rudá

A Reunião foi aberta pelo Comodoro que após agradecer a presença de todos deu início à apreciação da Pauta pré estabelecida.

CAMPEONATO BRASILEIRO ORC e IRC Inicialmente, foi explicado pelo Comodoro que neste ano corrente o Brasileiro ABVO seria validado com a Regata Santos-Rio, seguido das Regatas do Circuito Rio do ICRJ, segundo cômputo específico a ser processado pela ABVO.

Em sequência, ao ser apresentada a Minuta do AR, Renato Cunha questionou se, a exemplo da SIVI, haveria duplicidade de inscrição para as Classes IRC e ORC.

O Vice Comodoro Mario Martinez explicou que houve decisão em São Paulo para que, realmente, fosse testado em Ilhabela tal procedimento.

Sobre o assunto o Comodoro alertou a existência de Nota Técnica da ABVO em vigor que recomenda não seja adotada tal simultaneidade.

Pierre, então, acrescentou que tal experiência já tinha sido testada durante dois anos pela ABVO, concluindo-se que esse não era o melhor modelo, especialmente pela estratégia assumida pela ABVO com perfis distintos para as classes em questão. A estratégia da ABVO, forjada há alguns anos, foi baseada no objetivo de atrair um maior número de velejadores para a Associação, no que vem se mostrando acertada. A ABVO obteve um grande numero de adesões a partir da estratégia de diferenciar o nível de investimento e competitividade das tripulações com o uso diferenciado das regras. A “experiência” que a SIVI irá realizar já foi feita pela ABVO anteriormente e apenas provou ser mais custoso ao associado e de nenhuma forma encorajava novos velejadores amadores a se associarem - nosso principal objetivo. A referência do mundial IRC/ORC significa que, na Europa, não houve tal experiência dos mesmos barcos correrem a mesma regata com 2 certificados. Demonstrará, provavelmente, que as tripulações de maior investimento técnico e financeiro irão dominar as classificações .

Mario mencionou que o assunto foi abordado na Reunião precedente, mas lida a Ata ficou esclarecido que houve acordo para uma experiência regional, em São Paulo, local que abriga significativa quantidade de veleiros IRC.

Dessa maneira, respeitando a decisão da organização da SIVI, o assunto foi apreciado e votado pelos presentes ficando decidido que a simultaneidade não será computada para a Copa Brasil ABVO, que considerará, tão somente, as Classes ORC e IRC com os respectivos resultados independentes.

Prosseguindo as discussões sobre o Brasileiro o Comodoro pediu a apreciação sobre a possibilidade de descarte da Regata Santos Rio, colocando o assunto em votação, cuja decisão, por unanimidade, correspondeu a não permitir o descarte da Santos Rio na composição do resultado final do Brasileiro, buscando-se, na opinião de todos, a valorização daquela que é considerada a mais tradicional e difícil Regata do calendário da vela oceânica brasileira.

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