2018 Setembro - ATA ABVO

Transparência ABVO / Atas

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3. Casaes informou, ainda, o recebimento de convite para participação de reunião na ORC, ao final do mês de outubro nos Estados Unidos, representando a ABVO, o que foi aprovado por todos. Entretanto, o Comodoro manifestou que a presença somente será possível caso a CBVela conceda apoio financeiro à ABVO para concretização da viagem.

Encerrando a reunião o Comodoro Casaes agradeceu a participação d3 todos, presencial ou por Skype, e informou que após o campeonato brasileiro será conduzida consulta virtual aos Associados para avaliar e opinar sobre a melhor forma de conduzir a convivência ou escolha das classes oceânicas em 2019.

Luciano Secchin

Secretário Executivo

2. Pierre manifestou que adotando a rotina de regra/categoria única, especialmente com regatas tipo Barlasotas, a quantidade final de barcos na ABVO futuramente será prejudicada, sendo a favor de preservar a atual política da ABVO que estabelece perfis diferenciados para cada uma das Regras envolvidas.

Paulo Ferraz testemunhou que recentemente correra o Mundial de 8 m na Europa quando estavam presentes classes diferentes dentro da mesma competição. Recomendou que cada um deve escolher sua classe.

Francisco Freitas, inicialmente, fez questão de expressar especial agradecimento ao Pierre pelo trabalho desenvolvido nas duas Regras. Registrou sua opinião que a forma conduzida em Ilhabela foi válida permitindo alcançar a presença de cerca de 40 barcos juntos na raia. Comentou, ainda, que há pouco, em Porto Alegre, foi repetido o mesmo esquema de Ilhabela. Contudo, para o próximo ano a ideia é fazer escolha por regra única, assunto que será ainda discutido em reunião entre os velejadores de ambas as Regras.

Fechando o assunto Casaes opinou que para classes diferentes devem, igualmente, existir identidades diferentes para cada uma das classe, mas também coexistir categorias diferenciadas, dentro de cada classe, a exemplo do que ocorre nos grandes centros mundiais de vela. Na qualidade de Comodoro expressou que a ABVO não deseja impor mais custos ao seus associados, representado pela obrigatoriedade de pagamento de certificados distintos para velejar a mesma regata.

Próximos campeonatos brasileiros ABVO (ORC/IRC) 2018 2019. Dando continuidade aos assuntos da pauta foi divulgada informação sobre o campeonato brasileiro 2018 que será corrido juntamente com a Santos Rio e o Circuito Rio 2018. Para 2019 foi comentado e acolhida a ideia de ampliar detalhes para realização do campeonato em Búzios sobre o patrocínio da BR Marinas. Para tanto foi decidido programar uma visita ao local para avaliação e posterior inclusão no calendário de 2019 em data a ser definida.

Implantação da classe CRUISE ABVO. Em sequência aos assuntos em pauta o Diretor Técnico Pierre comentou aspectos sobre a possível implantação da classe Cruise ABVO, que deverá envolver a expedição de certificados emitidos pela ABVO, com baixo custo e regras unificadas, visando a atrair o perfil de velejadores de Cruzeiro oceânico. Ficou decidido que para criação dessa classe serão privilegiados os veleiros já associados na atual classe RGS, após avaliação final envolvendo as demais Regras hoje gerenciadas pela ABVO.

Para continuidade dos estudos e consequente implantação da classe Cruise em 2019 Francisco Freitas ofereceu sua contribuição o que foi aceito por todos.

Assuntos gerais. Finalmente, dentro da pauta “assuntos gerais”, Pierre abordou a necessidade de maior apoio por parte da ABVO para a classe MOCRA prevendo a disponibilidade de balança exclusiva para auxiliar a pesagem daqueles barcos, em um dos dois centros que ainda não dispõem deste equipamento. A balança poderia, inclusive, servir para implementar outras regras da ABVO, IRC e ORC naqueles centros. Além disso, salientou que seria preciso aumentar os esforços da ABVO no sentido de desenvolver a MOCRA em outros locais do Sudeste e Sul do país.

O Comodoro anunciou a previsão da vinda ao Brasil do Medidor-Chefe ORC, Nicola Sironi, com o apoio da ABVO e em data ainda a ser definida, quando, esperamos, possa ocorrer a atualização dos nossos Medidores e o credenciamento de um Medidor-Chefe qualificado no Brasil para atuar com maior flexibilidade na emissão de certificados diretamente expedidos pela ABVO.

1. REUNIÃO ABVO em 27 setembro de 2018 Local : ICRJ - Sala de Vela

Presentes :

Adalberto Casaes - Comodoro (Veleiro Maestrale)

Mario Augusto Martinez - 1º Vice-Comodoro (Veleiro Rudá)

Pierre Joullie - Diretor Técnico (Veleiro Saravah)

Luciano Secchin - Secretário Executivo (Veleiro Bravíssimo)

Paulo Freire - Conselho Técnico (Veleiro Miragem)

Walcles Osorio - (Veleiro Esculacho)

João Marcos Mendes - (Veleiro Vesper)

Participantes por Skype :

Paulo Ferraz - (Veleiro Turuna)

Francisco Freitas - (Veleiro San Chico)

Pauta :

Avaliação das últimas regatas (Ilhabela)

Notícia sobre os próximos campeonatos Brasileiro ABVO 2018 / 2019

Avaliação classe Cruise ABVO

Assuntos gerais

Avaliação das últimas regatas (Ihabela) Dando início às discussões sobre o primeiro assunto da pauta, Luciano Secchin manifestou opinião favorável ao modelo empregado em Ilhabela que, na sua avaliação, resultou em maior quantidade de Veleiros competindo na mesma raia. Destacou, entretanto, o aspecto negativo representado pelo custo do pagamento de dois certificados distintos para correr a mesma regata.

Walcles comentou o equilíbrio de ambas as regras tendo em vista os resultados apresentados, a exemplo do que já tinha ocorrido na Europa em campeonato recente. Destacou que a forma adotada em Ilhabela com emissão de Súmula levando em conta ambas as classes contrariou filosofia anteriormente divulgada e implantada pela ABVO.

Paulo Freire, ainda que ressalvando a ausência na última edição da Semana de Vela de Ilhabela, destacou que, de forma geral, pelos comentários dos participantes, o fato de todos terem competido contra todos foi o aspecto considerado mais positivo. Contudo,   isso seria equivalente à disputa empregando uma única regra, entendendo que não se trata dos barcos largarem juntos, somente, mas sim velejarem a mesma regata (disputa de boias, vento sujo, largada, etc.) Apesar de apoiar a decisão da ABVO tomada em 2016, o ex Comodoro Paulo Freire opinou que as eventuais resistências para barcos correrem juntos em uma mesma regra são menores agora, exemplificando a situação em Ilhabela onde os barcos buscaram um segundo certificado sem maiores   dificuldades. O Rio Grande do Sul deve seguir nesta linha. Finalmente, expressou opinião que não há massa crítica para duas regras, concluindo que se con continuarmos assim teremos sempre “meia dúzia” de barcos para cada lado. Já o Vice-Comodoro Mario Martinez, que esteve presente em Ilhabela, avaliou que a experiência foi válida. Destacou que a comissão de Regatas conduziu bem as disputas dentro da água mas se equivocou na fase de premiação, pois a proposta inicial foi não premiar o mesmo barco mais de uma vez. Concluindo, Mario julga que a ABVO efetivamente acertou em manter diferentes classes com seus respectivos perfis.

Tomando a palavra João Marcos opinou que todos disputando a mesma regata foi melhor, aproveitando para destacar que a IRC contribuiu muito com a ORC ao exigir o processo de pesagem. Concluindo, João manifestou-se a favor de largada única.

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